Curso livre – Reconfigurações do Objecto Artístico: de 1960 até à Actualidade
O Instituto de História da Arte (IHA) da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa organiza o curso livre Reconfigurações do Objecto Artístico: de 1960 até à Actualidade, leccionado pelo Dr. Pedro Lapa, reconhecido especialista em arte contemporânea e antigo director do Museu Nacional de Arte Contemporânea.
As aulas decorrem entre 6 de Abril e 25 de Maio, no Anfiteatro III da Faculdade de Letras, tendo lugar às terças-feiras entre as 18h30 e as 20h00. Informa-se ainda que as inscrições realizadas até dia 26 de Março beneficiam de um desconto de 25%. Será oferecido a todos os participantes um exemplar do último número da revista Artis e, naturalmente, será emitido um certificado de participação personalizado.
From Quarry to Sculpture: Understanding Provenance, Typologies, and Uses of Khmer Stones
From Quarry to Sculpture: Understanding Provenance, Typologies, and Uses of Khmer Stones
The substantial collection of Khmer art at the Met comprises pre-Angkor and Angkor freestanding sculptures and architectural elements from Cambodia, Thailand, and Vietnam (see examples). Like the works gathered in Phnom Penh at the National Museum of Cambodia and in Paris at theMusée Guimet, these works illustrate the birth and evolution of the different Khmer styles and record changes in the sculptural artistic medium through time and across geographical areas (see map and timeline).
As a scientist in the Department of Scientific Research, I’ve been studying these sculptures from a material point of view, focusing on the classification of the stone used by the Khmers for their artistic production. Well-established analytical techniques in the field of Earth Sciences, such as petrographic and geochemical analyses, have helped me investigate the intimate nature of the stones and, ultimately, their possible location in the geological framework of Southeast Asia.
Characterization of the stone materials sheds new light on Khmer works in the Met’s collection. It reveals possible groupings of sculptures according to material, and—once these results are integrated with stylistic considerations and compared with other published data about stone usage in Cambodia—may lead to a better understanding of the relationship between iconographic and material traditions. The project also has great significance for a broad range of scholars involved in historical and archaeological research in Southeast Asia, setting the basis for a quantitative database of Khmer materials. By providing useful insights into the nature and techniques of Khmer stone quarrying, redistribution, and usage, it has the potential to unveil specific production workshops, to illuminate networks of trade and interdependency between centers of power during pre-Angkor and Angkor periods, and to help explain the locations of ancient roads and settlements belonging to a complex social system strongly influenced by the available natural resources.
Originally limited to study of the Museum’s collection, the project has been extended to include sculptures from the National Museum of Cambodia and samples from ancient quarries that provided stone material as early as the seventh century. During a first expedition organized in 2009, in co-operation with APSARA (Authority for the Protection and Management of Angkor and the Region of Siem Reap), I surveyed and sampled two important quarry sites in northern Cambodia (see photo above) dating to the tenth century. The first results are encouraging, as our team found specific petrographic and geochemical fingerprints that will help identify the stones’ provenance and distinguish between different quarries.
Next week, I’ll be leaving for a month-long expedition to survey additional quarries of the Angkor period, as well as undated sites that could reveal sources of pre-Angkor stone material dating to the seventh century. Stay tuned for the next update…
Federico Carò is an Andrew W. Mellon Fellow in the Department of Scientific Research.
Visitas Temáticas no Mosteiro de S. Vicente de Fora
Procurando estabelecer a relação entre o monumento e os seus diversos públicos, o Serviço Educativo do Mosteiro de S. Vicente de Fora promove um programa de visitas guiadas temáticas, centradas na história do monumento e seu acervo museológico. Planeadas em função das características de cada grupo, dirigem-se a todos os tipos de público, oferecendo programas estruturados de acordo com objectivos de natureza escolar, lúdica ou académica. Em abordagens de carácter geral, histórico ou artístico, apresentam-se assim como uma nova proposta de acção educativa e cultural da cidade de Lisboa, capaz de incutir nos visitantes, não apenas o conhecimento da História, como também a dimensão espiritual e estética presente nos diversos itinerários propostos. Dando particular destaque aos diversos períodos artísticos representados, promovem a estreita articulação entre a história do mosteiro, da cidade e do Patriarcado de Lisboa.
1. CONHECER O MOSTEIRO
Percurso geral pelo mosteiro de S. Vicente de Fora, incide na sua história e quotidiano, desde o período medieval até à época contemporânea. Monumento que se assume como um legado à cidade de Lisboa, desde a sua fundação no século XII, abre-se agora à cidade, convidando os visitantes a conhecerem a história (e as estórias) que as suas paredes encerram. Venha desfrutar desta visita temática e contemplar a magnífica panorâmica sobre Lisboa.
Percurso: Do mosteiro medieval à afirmação de uma nova dinastia (Cisterna, Portaria); Do esplendor joanino ao período contemporâneo (Sacristia, Panteões dos Bragança e dos Patriarcas); O mosteiro e a cidade (Terraço panorâmico).
2. A IGREJA LISBONENSE
O Museu de S. Vicente de Fora, aberto ao público desde os anos 90 e tutelado pelo Patriarcado de Lisboa, pretende dar a conhecer, através sua exposição permanente, a história da Igreja Lisbonense e dos Patriarcas. Integrando na sua colecção peças de pintura, escultura, ourivesaria e paramentaria, de uso pessoal e litúrgico dos Patriarcas de Lisboa, é numa perspectiva museológica que se apresenta a sinopse histórica do tema.
Percurso: Até à Fundação da Nacionalidade; Do período Medieval à época Moderna; A Igreja Patriarcal de Lisboa; Época Contemporânea; Galeria dos Patriarcas.
3. ARTE E ARQUITECTURA
Partindo dos vestígios arqueológicos do mosteiro românico, o itinerário em torno da Arte e Arquitectura de S. Vicente de Fora transporta o visitante num percurso pela sua evolução artística. Monumento que se assume como um dos mais qualificados repositórios da arte nacional, será nos claustros que se promove um primeiro contacto com o “novo” mosteiro filipino, e a partir dos quais se desenvolve esse périplo artístico, oscilante entre a depuração das linhas maneiristas e o esplendor do barroco joanino.
Percurso: O Mosteiro Medieval (Cisterna); O Mosteiro Maneirista (Claustros); O Mosteiro Barroco (Portaria, Sacristia, Capela do Cardeal).
4. SEPULTAMENTOS E MEMÓRIA
Estão sepultados em S. Vicente de Fora alguns dos maiores protagonistas da história de Portugal. Entre lápides e imponentes monumentos fúnebres, de clérigos, cruzados ou monarcas, o percurso estabelece a ligação entre a história dos seus protagonistas e as gramáticas artísticas com que, desde a conquista de Lisboa ao Estado Novo, foram executadas as suas últimas moradas.
Percurso: A sacralidade do lugar (Portaria); Cónegos e Cruzados (Claustros, Lápides); Poder e Memória (A Capela do Cardeal e dos Meninos de Palhavã, O Panteão dos Bragança e dos Patriarcas).
5. AZULEJARIA BARROCA
O Mosteiro de S. Vicente de Fora possui a maior colecção mundial de azulejaria barroca concentrada num mesmo edifício, desde a sua fase inicial, passando pelo máximo esplendor do período Joanino, até à exuberância dos ornamentos rocaille. Venha percorrer dois séculos de excelência decorativa, conhecendo os mestres e as obras que fizeram progredir uma das mais marcantes expressões da arte nacional.
Percurso: Do Barroco Inicial ao Ciclo dos Mestres (Escadaria do Cardeal, Portaria); A Grande Produção Joanina (Claustros, Escadaria dos Sinos); Do Rococó às Últimas Manifestações (Sala do Concelho, Galeria das Fábulas).
CONTACTOS
Centro Cultural do Patriarcado de Lisboa
Campo de Santa Clara, 1100-472 Lisboa
Tel. : 218810500 ; Fax : 218810555
Massive Head of Famous Pharaoh Amenhotep III Unearthed in Egypt
The newly unearthed 3,400-year old red granite head, part of a huge statue of the ancient pharaoh Amenhotep III, at the pharaoh’s mortuary temple in the city of Luxor. Egypt’s Culture Ministry says a team of Egyptian and European archaeologists has unearthed a large head made of red granite of an ancient pharaoh who ruled Egypt some 3,400 years ago
Archaeologists have unearthed a massive red granite head of one Egypt’s most famous pharaohs who ruled nearly 3,400 years ago, the Egyptian Supreme Council of Antiquities announced Sunday.
The head of Amenhotep III, which alone is about the height of a person, was dug out of the ruins of the pharaoh’s mortuary temple in the southern city of Luxor.
The leader of the expedition that discovered the head described it as the best preserved sculpture of Amenhotep III’s face found to date.
“Other statues have always had something broken: the tip of the nose, the face is eroded,” said Dr. Hourig Sourouzian, who has led the led the Egyptian-European expedition at the site since 1999. “But here, from the tip of the crown to the chin, it is so beautifully carved and polished, nothing is broken.”
The head is part of a larger statue found several years ago, along with the parts of the body, the back slab, and the ceremonial beard which Souruzian says will soon be connected with the head.
Amenhotep III, who was the grandfather of the famed boy-pharaoh Tutankhamun, ruled from 1387-1348 B.C. at the height of Egypt’s New Kingdom and presided over a vast empire stretching from Nubia in the south to Syria in the north.
Sourouzian said the pharaoh was famous for leading Egypt at the peak of its ancient civilization, when peace and luxury were prevalent throughout the kingdom. Craftsmen were also honing their artistic techniques during the period, which may explain the symmetrical features of the unearthed head.
“But he may have looked exactly as this statue and he may have been a very beautiful, very handsome man,” Sourouzian told the Associated Press.
Amenhotep III’s massive mortuary temple was largely destroyed, possibly by floods, and little remains of its walls.
The expedition, however, has unearthed a wealth of artifacts and statuary in the buried ruins, including two statues of Amenhotep made of black granite found in March.
Plano Estratégico para os Museus -”Museus para o Século XXI”
O Ministério da Cultura promoveu no passado dia 20 de Janeiro, pelas 16h00, no Museu de Arte Popular, em Belém, a apresentação do Plano Estratégico – “Museus para o Século XXI”.
A conferência de imprensa contou com as presenças da Ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, do Secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle, e do Director do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC), João Brigola, além de dirigentes de diversos organismos do Ministério da Cultura, directores de museus e palácios tutelados pelo IMC, entre outras entidades.
Consulte:
Plano Estratégico “Museus para o Século XXI” (pdf para download)
O documento “Museus para o Século XXI” está estruturado em seis Eixos Estratégicos que incluem o Reenquadramento do sistema de gestão e a Inovação de modelos de gestão para os museus e palácios do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) do Ministério da Cultura, tendo como desígnio o desenvolvimento cultural dos portugueses e a qualificação da atractividade turística do país.
Consulte em anexo o documento - “Museus para o Século XXI” (.pdf, 58KB)
Lançamento do livro da Semana Oriente / Ocidente. Miscigenações
Hoje é lançado na Fnac Chiado, às 18:30, o livro de actas e memória da Semana Oriente / Ocidente. Miscigenações
“Encontros com o Património” – Parceria Igespar, IP / TSF
30 de Janeiro de 2010 entre as 12h00 e as 13h00, com reemissão entre as 24h00 e a 1h00
“Do outro lado do mundo: o património português no Extremo Oriente”
O IGESPAR, em parceria com a TSF, emite a terceira série de programas dedicados a vários temas do património, onde se fala de sítios com história, de paisagens e pessoas, o passado e o presente, sensibilizando, em simultâneo, o público para a diversidade do património e para a importância da sua salvaguarda.
O programa de rádio Encontros com o Património uma colaboração IGESPAR/TSF, volta a ser emitido todos os Sábados entre as 12h00 e as 13h00
















