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I Encontro sobre Políticas Públicas Culturais: Museus na Europa e na América Latina

Realiza-se nos próximos dias 27 e 28 de Maio, no Museu da América Latina, em Madrid, o I Encontro sobre Políticas Públicas Culturais: Museus na Europa e na América Latina. Dinamizadores da cidade, do território e da sociedade.

Este evento, integrado na Agenda da Presidência Espanhola da União Europeia, tem como objectivo propiciar a aproximação entre os responsáveis dos museus da Europa e da América Latina, aprofundando o conhecimento mútuo, o estreitamento de laços e o levantamento de possíveis linhas de colaboração entre os sectores museológicos dos dois continentes.

Este Encontro terá a participação de Portugal, representado pelo Prof. Doutor João Brigola, Director do Instituto dos Museus e da Conservação.

Neste Encontro assistirão os representantes dos países que participaram no IV Encontro Iberoamericano de Museus (Argentina, Bolivia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, República Dominicana e Uruguai) e alguns países membros da União Europeia: Alemanha, Áustria, Bulgária, Eslovénia, Espanha, França, Irlanda, Itália, Holanda e Portugal.

Tratando-se de um Encontro que não está aberto ao público, o Ministério da Cultura de Espanha disponibilizará a transmissão em directo dos trabalhos, a partir das 9h00 do dia 27 de Maio, em: http://www.mcu.es/museos/MC/CIMM/EncuentrosMulti/EncuentroPoliticasPCul.html

Museu da Marinha não vai ser extinto e nasce pólo dedicado às descobertas nos Jerónimos

“Nunca esteve prevista a transferência do espólio do Museu da Marinha para outra entidade e muito menos a sua extinção”, lê-se num comunicado enviado à imprensa pelo Ministério da Defesa Nacional e o Ministério da Cultura. Um pólo museológico sobre a expansão portuguesa vai ser criado no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, num projecto partilhado em conjunto por estes dois ministérios.

“Tal projecto destina-se a relevar a narrativa da Expansão Portuguesa, dos Descobrimentos Marítimos, e da presença de Portugal no Mundo, na medida em que a Marinha é indissociável dessa parte da História de Portugal”, explicam no comunicado os dois ministérios.

Com a saída do Museu Nacional de Arqueologia (MNA) para a Cordoaria Nacional, na Junqueira, como estava previsto num protocolo assinado há um ano, o Museu da Marinha “poderá finalmente expandir-se para a ala conventual do Mosteiro dos Jerónimos”.

Nesse projecto de expansão, com o objectivo de “possibilitar a sua modernização e uma desejada actualização da sua narrativa museológica”, os dois ministérios estão a “preparar um protocolo adicional ao estabelecido, no qual se visa o estabelecimento de um projecto museológico comum, partilhado, no espaço simbólico” dos Jerónimos. Dizem ainda que para a criação deste futuro projecto museológico, vão partilhar “saberes, competências e recursos” das entidades e organizações que os dois ministérios tutelam. Qualquer desenvolvimento sobre esta matéria será comunicado pelos respectivos ministérios, no momento oportuno, acrescentam.

Este esclarecimento surge após a criação de uma petição online e de vários comentários de indignação circularem na Internet face à possibilidade da integração do Museu da Marinha no Museu da Viagem. A ideia, negada pelas tutelas, é considerada uma tentativa de “eliminação” do museu que comemorará 150 anos em 2013, por levar a que a unidade da Marinha e todo o seu espólio passassem a ser parte integrante do Museu da Viagem – ficando assim sob a alçada do Ministério da Cultura.

Chiado: efervescência urbana, artística e literária de um lugar

Este projecto dedicado ao tema ‘Chiado: efervescência urbana, artística e literária de um lugar’, está subdividido nos seguintes eventos: exposição de Arte Pública e um ciclo de Conferências.

Coordenação do evento: Fernando Rosa Dias e José Quaresma, em articulação com o CIEBA.

Exposição de Arte Pública
Apresentação de uma selecção de autores/ estudantes do ciclo de Mestrado e do Ciclo de Doutoramento em Pintura da FBAUL, cujas obras integram projectos de Arte Pública no Chiado, durante a edição do Chiado na Moda 2010, nos seguintes espaços:
- Museu do Convento do Carmo;
- Basílica dos Mártires;
- Estação de Metro Baixa/ Chiado;
- Passeio Público, Praças Públicas, lojas e espaços comerciais.

Ciclo de Conferências
Organização de um Ciclo de Conferências por especialistas em História da Arte, Pintura, Literatura, Arte Contemporânea, Música, Dança, por responsáveis da Academia Nacional de Belas-Artes, do Centro Nacional de Cultura, do Grémio Literário e do Museu da Cidade de Lisboa.
As conferências terão como tema central a Importância do Chiado na História e no Presente da Vida Artística e Literária, assim como uma extensão sobre a história da própria personagem Chiado.
As conferências serão objecto de um conjunto de Actas que entroncará com o Catálogo da Exposição, perfazendo um Livro de Actas/Catálogo, cujo lançamento decorrerá no dia 4 de Maio, às 19h15, na Livraria Bertrand, no Chiado.

Mais informações

Museu Nacional da Música sai de Lisboa e vai para Évora em 2014

O Museu Nacional da Música vai sair das actuais instalações, localizadas na estação do Alto dos Moinhos do Metro de Lisboa, e passará para o Convento de São Bento de Cástris, em Évora.

O anúncio foi feito ontem pelo secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle, durante uma deslocação ao Museu Rainha D. Leonor/Museu Regional de Beja. Summavielle revelou que a transferência será feita de forma faseada, num processo que demorará quatro anos.

Com um espólio “ímpar” em termos europeus, o Museu Nacional da Música está a funcionar, desde 1994, “em instalações do Metro de Lisboa, com um contrato precário e onde nunca teve oportunidade, à semelhança de outros museus nacionais, de mostrar o seu acervo”, lembrou.

A directora regional da Cultura do Alentejo, Aurora Carapinha, considera a decisão “uma vitória”. “É uma grande oportunidade que não pode ser desperdiçada, exigindo-se, por isso, um esforço de todos para que ela se realize”, frisou.

O Convento de São Bento de Cástris necessita de obras. É o mais antigo mosteiro feminino a sul do país. “Todos nós sabemos que o monumento está devoluto”, reconheceu a directora, acrescentando, contudo, haver programas adequados para a realização de uma intervenção naquele edifício.

Fonte: Jornal Público | 19.05.2010 - 10:32 Por Maria Antónia Zacarias

Património de origem portuguesa no mundo

Lançamento do primeiro de três volumes dedicado à América do Sul. ‘Arquitectura e Urbanismo’, coordenados pelo Prof. José Mattoso

24/05/2010
18h30
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O primeiro de três volumes da obra ‘Património de Origem Portuguesa no Mundo’, dedicado à ‘América do Sul. Arquitetura e Urbanismo’ é lançado no dia 24 de Maio às 18h30 na Fundação Gulbenkian.

Coordenado pelo Prof. José Mattoso, o projecto teve início em Setembro de 2007 e envolveu uma vasta equipa de colaboradores – especialistas e coordenadores para as diferentes áreas geográficas: Renata Malcher de Araujo para a América do Sul; José Manuel Fernandes para a África Subsaariana; Filipe Themudo Barata para os países islâmicos do Norte de África e do Golfo Pérsico; e Walter Rossa para a Ásia.

Durante décadas, a Fundação foi a única instituição portuguesa a financiar e a promover acções de reabilitação do património de origem portuguesa existente fora do nosso país. O projecto de inventariação do património histórico de origem portuguesa surgiu como uma sequência quase “natural” do trabalho desenvolvido.

No prefácio à obra, José Mattoso refere-se aos critérios adoptados, e à sua apresentação, por ordem alfabética, como um “dicionário” de sítios e monumentos compreensível a um público não especializado.

No seu conjunto, a obra permitirá o acesso a um conhecimento alargado sobre os vestígios arquitectónicos, culturais e históricos resultantes do intercâmbio cultural dos portugueses com povos de continentes tão diversos quanto África ou a Ásia.

O volume América do Sul é dedicado ao Brasil e ao Uruguai, Diamantina, Ouro Preto, Salvador, Belém, Goiás e Natal são apenas alguns exemplos da passagem dos portugueses pelo Novo Mundo.

Curator Interview: Head of Tutankhamun. Metropolitan Museum of Art

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Head of Tutankhamun, New Kingdom, Dynasty 18, reign of Tutankhamun, ca. 1336–1327 B.C. Egyptian. Indurated limestone; H. 5 7/8 in. (14.9 cm). The Metropolitan Museum of Art, New York, Rogers Fund, 1950 (50.6).

This beautiful sculpture, a representation of the boy-king Tutankhamun, is among the nearly sixty objects featured in the current exhibition Tutankhamun’s Funeral. I spoke with Dorothea Arnold, the Lila Acheson Wallace Chairman of the Department of Egyptian Art, about the significance and style of this work.

Jennette Mullaney: What does this sculpture communicate to us about Tutankhamun?

Dorothea Arnold: I think the first thing it communicates is the youth of this king. He really looks like a very young person. And there is also the frailty, which we now know more about since the recent investigations that have just been published. Tutankhamun was indeed not very healthy and the artist has clearly incorporated that into his representation. And then there is this hand here in the back of the young king’s crown. It is the hand of the god Amun, the supreme deity in ancient Egypt at that time. The presence of the god’s hand enables us to reconstruct the complete work of which we have only the king’s head preserved here: It was a group sculpture, showing the god seated on a throne and the king standing in front of him facing the viewer. The piece was most probably commissioned at the time of the king’s coronation when Tutankhamun was in his early teens. At an ancient Egyptian coronation many rituals were performed, but the one that is perhaps most often depicted included the god’s touching of the crown. You notice Amun does not actually put the crown on the king’s head—as we know it from coronations in the Western world from medieval times till today—he just touches it. It is a gesture of divine confirmation and thus legitimizes the particular ruler who is thus depicted.

Jennette Mullaney: I noticed how large the hand is in comparison.

Dorothea Arnold: That is because the figure of the god was larger than the one of the king. In Egyptian art human beings were usually depicted smaller than gods and kings if they appeared together in a representation, but kings were very often given the same height as the deities with whom they interacted. That this is not the case in this sculpture must again have emphasized the king’s youth, and expressed, perhaps, the belief that this young and frail ruler was especially cared for by the god. There is still more expressed in the way the sculptor shaped the hand of the god: If you look at hands in other works from the same period, you will find that the human hand is usually shown in a relaxed position. This divine hand is tensed, expressing the view that Amun is active as he willingly bestows his blessing on the king.

Jennette Mullaney: Does this work reflect the influence of the Amarna style favored by Tutankhamun’s predecessor, Akhenaten?

Dorothea Arnold: A good question. It does indeed—it’s created in what we call the post-Amarna style. That is the artistic language that emerged during the late years of King Akhenaten’s reign. The art of what we call the Amarna period starts out—during the first years of Akhenaten’s reign (ca. 1352–1336 B.C.)—with a “bang,” a far-reaching reversal of previous Egyptian art traditions and a striving for more expression that was attained through over-emphasized and often unashamedly ugly features. These tendencies calmed down noticeably once the new residence at Amarna was firmly established, and the artistic language during the later years of the reign was less aggressive, more smooth, exhibiting a special elegance and sensitivity. The post-Amarna style grew directly out of that. This head of Tutankhamun is a prime example of that elegant and sensitive style. You see it above all in the fine manner in which the surfaces are treated. The crown is the so-called blue crown, which consisted of a leather cap onto which little metal paillettes were sewn. With his representation of the concave metal disks the sculptor has achieved the impression of a shimmering surface that contrasts in a wonderfully sensitive manner with the smoothness of the facial flesh.

And then there’s that smile. There is a smile in many ancient Egyptian sculpted faces, but the subtle way how here the bow-shaped upper lip lifts and the soft muscles around the corners of the mouth sink in, that is Amarna and post-Amarna art at its most appealing best. The stone chosen for this sculpture, by the way, is a very hard and dense, almost marble-like limestone. This stone was much in favor at the time, not the least, I am sure, because the surfaces could be so smoothly treated.

Jennette Mullaney is Associate Email Marketing Manager in the Department of Digital Media.

PJ apreende no Porto dezenas de pinturas falsificadas

Jornal Público
22.04.2010 – 11:24 Por José Bento Amaro

A Polícia Judiciária (PJ), por intermédio da Directoria do Norte, anunciou hoje a apreensão de algumas dezenas de pinturas, serigrafias e desenhos falsificados.

As obras, da autoria de uma mulher já detida há cerca de um ano, estavam assinadas como se pertencem a autores consagrados, tais como Júlio Pomar, Bual, Júlio Resende, Cruzeiro Seixas, Cargaleiro, Malangatana, Vieira da Silva e Nadir Afonso.

Quando das primeiras investigações a PJ apreendeu igualmente cerca de duas dezenas de obras falsificadas. Para além de ter detido a responsável pelas pinturas, desenhos e serigrafias, constituiu ainda como arguidos diversos comerciantes que participaram na transacção do material.

Ainda de acordo com os investigadores, foram também detectados e apreendidos numa leiloeira do Porto um tríptico em madeira com osso e marfim e uma pintura reproduzindo uma obra de Nuno Gonçalves. Estas peças estavam anunciadas como sendo, respectivamente, dos séculos XV e XVI, mas na verdade apurou-se que se tratam apenas de reproduções feitas nos séculos XIX e XX.

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