Archive for category: Exposições

Na Sombra das Colecções – Proveniências Europeias nas Reservas da Casa-Museu

A exposição temporária que se apresenta na Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves reúne um espólio de pinturas e peças de mobiliário, na sua quase totalidade de proveniência europeia, até ao momento guardadas em Reserva e longe do olhar do público. Algumas das obras de arte são expostas pela primeira vez e revelam nomes tão impressionantes como os de Jacob Jordaens (1593-1678), pintor flamengo; Eugène Delacroix, mestre da pintura romântica francesa, uma tábua da oficina veneziana dos Guardi, século XVIII; um óleo atribuído ao mestre do realismo Gustave Courbet (1819-1877) e um Eugène Boudin (1824-1898), percursor do Impressionismo, entre outras peças, assim como mobiliário inglês e holandês dos séculos XVII e XVIII.
Esta exposição apresenta algumas peças desconhecidas do público e da comunidade científica. Pretendemos, através desta mostra, gerar debate e estudo sobre segmentos da colecção nunca estudados.
Parte do acervo agora exposto ajuda a conhecer as preferências do coleccionador Dr. Anastácio Gonçalves em termos de pintura e mobiliário europeu e reforçam o conhecimento sobre esta figura no âmbito do estudo do Coleccionismo de Arte em Portugal no século XX.

Fonte: Jornal Expresso

Arte portuguesa anterior à independência exposta em Maputo

Uma mostra de arte portuguesa anterior à independência, que faz parte do acervo do Museu Nacional de Arte (MUSART) de Moçambique, entre o qual estão obras restauradas de Columbano, Frederico Ayres e Rui Filipe, está desde hoje em exposição na galeria do Centro Cultural Português/Instituto Camões (CCP/IC) de Maputo, segundo uma nota de imprensa.

A mostra integra um conjunto de três exposições patentes na capital moçambicana no CCP/IC de Maputo, por ocasião da visita que o primeiro-ministro português, José Sócrates, iniciou hoje a Moçambique.

Além da exposição de arte portuguesa, as galerias do CCP/IC acolhem a partir de hoje uma mostra de desenho e uma instalação da colecção de arte do Instituto Camões em Maputo, constituída por obras doadas por artistas plásticos moçambicanos e estrangeiros que expuseram na sua galeria nos últimos anos, e uma exposição de fotografia de António Leitão Marques, contando esta com a presença dos ministros da Cultura de Portugal e Moçambique, Armando Artur e Gabriela Canavilhas, respectivamente.

O Museu Nacional de Arte possui «uma colecção de arte portuguesa de obras de pintura, escultura, desenho e gravura de artistas portugueses, que foram ou não residentes em Moçambique, num total de 86 obras», acervo esse só uma vez parcialmente mostrado ao público, em Julho de 2002, na Galeria do CCP/IC, explica a nota de imprensa do Centro Cultural Português.

«Antes da Independência, muitas destas obras estavam dispersas pelos diversos edifícios governamentais, em especial na Câmara Municipal de Lourenço Marques, encontrando-se, muitas delas, em mau estado de conservação, devido a factores de ordem climatérica e de algumas insuficiências do próprio edifício do MUSART, designadamente infiltrações de água», acrescenta a nota.

Assim, a presente mostra pretende também «divulgar obras restauradas pelos técnicos moçambicanos Jonas Tembe e Afonso Malate, do Museu Nacional de Arte, que, com o apoio de especialistas portugueses do Instituto José Figueiredo – agora designado de Instituto Português de Conservação e Restauro – restauraram obras de Columbano, Rui Filipe e Frederico Ayres».

No mesmo espaço expositivo, encontra-se também a «mostra de desenho e uma instalação da colecção de arte do Instituto Camões em Maputo, constituída por obras doadas por artistas plásticos moçambicanos e estrangeiros que expuseram na Galeria desde Centro Cultural nos últimos anos».

«É do contraste entre o presente e passado, aqui patente nas obras em exposição, da sua diversidade e diferenças, que emana a valorização do património artístico como uma indelével referência da identidade cultural» de Moçambique e de Portugal, referem os organizadores das exposições.

A exposição de fotografia de António Leitão Marques, aberta também hoje ao público na ‘Galeria Poente’ do CCP/IC, com o título Moçambique, Labirinto da Saudade, pertence à Colecção Nacional de Fotografia, custodiada pelo Centro Português de Fotografia/Direcção Geral de Arquivos do Ministério da Cultura de Portugal.

Nascido em Moçambique em 1948, António Leitão Marques «pertence ao grupo de fotógrafos portugueses que, em meados dos anos 90, foram intitulados os novos viajantes, em sintonia com a sua redescoberta da antiga África colonial e reencontrado o fascínio do continente», afirma-se numa nota do CCP/IC.

«Presença obrigatória em exposições colectivas contemporâneas, as imagens do portfolio Moçambique já integraram inúmeras mostras de especial relevância artística nacional e internacional: Livro de Viagens apresentado na Feira de Frankfurt de 1997, Cruzeiro do SulCritério Visível do Centro Português de Fotografia em 2002, são exemplo disso». nas Jornadas Fotográficas de Guardamar em 2000 e o

A série de 16 imagens, a preto e branco, representando retratos humanos e paisagísticos de Moçambique contemporâneo, «mostra a intrínseca ligação afectiva do autor com esta África».

Imagens magnéticas, que nos dão um vislumbre de um Moçambique perdido no tempo e no nosso imaginário.

Todas estas exposições em Maputo estarão patentes até 27 de Março.

Fonte: Instituto Camões

The Mourners: Medieval Tomb Sculptures from the Court of Burgundy

Metropolitan Museum of Art

March 2, 2010–May 23, 2010

Medieval Sculpture Hall

Visit the FRAME website to view highlights from the exhibition.

The renovation of the Musée des Beaux-Arts in Dijon provides an opportunity for the unprecedented loan of the alabaster mourner figures from the tomb of John the Fearless, Duke of Burgundy, and his wife, Margaret of Bavaria. Each of the statuettes is approximately sixteen inches high. They were carved by Jean de La Huerta and Antoine Le Moiturier between 1443–1456 for the ducal tomb originally in the church of Champmol, and they follow the precedent of the mourner figures carved by Claus Sluter and colleagues for the tomb of Duke Philip the Bold (1342–1404). The tombs are celebrated as among the most sumptuous and innovative of the late Middle Ages. The primary innovation was the space given to the figures of the grieving mourners on the base of the tomb, who seem to pass through the real arcades of a cloister.

The installation at the Metropolitan will be supplemented by related works from the Museum’s collection, including the monumental Enthroned Virgin from the convent at Poligny (established by John the Fearless and Margaret of Bavaria) that was carved by Claus de Werve.

Accompanied by a catalogue.

Related Exhibition
Also opening on March 2, The Art of Illumination: The Limbourg Brothers and the Belles Heures of Jean de France, Duc de Berry will feature a great manuscript from the collection of Jean de Berry, the uncle of John the Fearless, and will include mourning figures from his tomb.

The exhibition was organized by the Dallas Museum of Art and the Musée des Beaux Arts de Dijon, under the auspices of FRAME (French Regional and American Museum Exchange).

The exhibition is supported by a leadership gift from the Iris and B. Gerald Cantor Foundation. Additional support is provided by The Florence Gould Foundation, the Eugene McDermott Foundation, Connie Goodyear Baron, and Boucheron. Major corporate support is provided by Bank of the West – Member BNP Paribas Group.

The exhibition is supported by an indemnity from the Federal Council on the Arts and the Humanities.

Exposição – A Perspectiva das Coisas

A Natureza-Morta na Europa (séculos XVII-XVIII)

Galeria de Exposições da Sede da Fundação Calouste Gulbenkian

12 de Fevereiro a 2 de Maio de 2010

O Museu Calouste Gulbenkian organiza actualmente uma ambiciosa exposição internacional dedicada ao tema da Pintura de Natureza-morta na Europa, sendo a primeira do género a realizar-se em Portugal.

Intitulada “A Perspectiva das Coisas. A Natureza-morta na Europa” a mostra será apresentada em duas partes e é constituída por um conjunto de obras-primas de pintores europeus de renome, desde as origens do género até meados do século XX.

A primeira parte, a expor entre 12 de Fevereiro e 2 de Maio de 2010, reúne 71 pinturas dos séculos XVII e XVIII. A produção dos séculos XIX e XX será apresentada entre 21 de Outubro de 2011 e 8 de Janeiro de 2012.

O Comissariado Científico da Exposição está a cargo do Prof. Peter Cherry, actualmente Professor e Chefe de Departamento no Departamento de História de Arte e Arquitectura do Trinity College de Dublin, República da Irlanda. Este especialista em Natureza-morta espanhola e italiana, conta ainda com o apoio dos Drs. John Loughman para a pintura holandesa, flamenga e alemã, e Dr. Lesley Stevenson para a pintura francesa, na primeira parte da exposição. O Prof. Neil Cox, da Universidade de Essex, irá colaborar na segunda parte, encarregando-se da selecção e redação de textos sobre natureza-morta no século XX.

O catálogo da exposição, em dois volumes, correspondentes à 1ª e 2ª partes da mesma, terá edições em português e inglês. Os diferentes núcleos da exposição serão precedidos de ensaios introdutórios, numa linguagem erudita, mas todavia acessível, da autoria dos especialistas mencionados.
Leia mais sobre esta exposição

Royal Academy of Arts Stages a Landmark Exhibition of the Work of Vincent van Gogh

LONDON.- The Royal Academy of Arts will stage a landmark exhibition of the work of Vincent van Gogh (1853–1890). The focus of the exhibition will be the artist’s remarkable correspondence. Over 35 original letters, rarely exhibited to the public due to their fragility, will be on display in the main galleries of Burlington House, together with around 65 paintings and 30 drawings that express the principal themes to be found within the correspondence. Thus the exhibition will offer a unique opportunity to gain an insight into the complex mind of Vincent van Gogh. This will be the first major Van Gogh exhibition in London for over forty years.

A woman views a painting by the Dutch artist Vincent Van Gogh entitled Wheat Fields with Reaper  585x391 Royal Academy of Arts Stages a Landmark Exhibition of the Work of Vincent van Gogh

In addition to lending almost all the letters in the exhibition, the Van Gogh Museum, Amsterdam, has made available twelve important paintings. Other major lenders include the Kröller-Müller Museum, Otterlo, The Metropolitan Museum of Art, New York, The Museum of Fine Arts, Boston, and The J. Paul Getty Museum, Los Angeles, together with other museums and private collections worldwide.

Born in Zundert in the southern Netherlands in 1853, Van Gogh was the second of six children of a Protestant pastor. In his early adult life, he worked for a firm of art-dealers in The Hague and London, before becoming a missionary worker. His career as an artist began only in 1880, when he was 27. During his ten-year artistic career, which his suicide cut tragically short in 1890, Van Gogh’s output was prodigious: largely self-taught, he produced over 800 paintings and 1,200 drawings.

A visitor views a painting by the Dutch artist Vincent Van Gogh entitled Two Crabs 585x391 Royal Academy of Arts Stages a Landmark Exhibition of the Work of Vincent van Gogh

Van Gogh was a compulsive and eloquent correspondent. The majority of his letters were written to his brother Theo, an art-dealer who supported Vincent throughout his difficult artistic career. Vincent also wrote to other family members, including his sister Wilhelmina. Other artists, notably Anton van Rappard, Emile Bernard and Paul Gauguin, were also, at different phases of Vincent’s life, recipients of his letters. The originality of his ideas about art, nature and literature, combined with his deep understanding of these subjects, make Van Gogh’s letters much more than a personal expression of feelings: they attain the status of great literature. In reading the letters one encounters not only a sensitive, determined and exceptionally hardworking man, but also someone possessed of a powerful intellect; this exhibition will challenge the view that Van Gogh was an erratic genius by allowing the viewer a rare insight into his artistic process through the intimate medium of his correspondence. Together the letters create a ‘self portrait’, and reveal the ways in which Van Gogh defined himself as an artist and as a human being.

Taking the letters as its starting point, The Real Van Gogh: The Artist and His Letters will view the paintings and drawings from the perspective of the correspondence. The letter sketches that Van Gogh frequently used to show a work in progress or a completed work are a fascinating part of the correspondence, and many will be shown alongside the paintings or drawings on which they are based.

Highlights of the exhibition will include Self-portrait as an Artist (1888) and The Yellow House (1888) from the Van Gogh Museum, Amsterdam; Still-life: Drawing Board with Onions (1889) from the Kröller-Müller Museum, Otterlo; Vincent’s Chair with His Pipe (1888) from the National Gallery, London; and Entrance to the Public Park in Arles (1888) from the Phillips Collection, Washington DC.

Examining such themes as the role of colour in painting, the cycles of nature, friendship, religion and literature, the exhibition will celebrate the new edition of the artist’s correspondence Vincent van Gogh – The Letters: The Complete Illustrated and Annotated Edition, that will be published by Thames & Hudson in October 2009. The result of fifteen years of scholarship by Leo Jansen, Hans Luijten and Nienke Bakker of the Van Gogh Museum, the complete correspondence of Vincent van Gogh will be published as a printed edition in three languages and as an integral web-edition, thereby providing the worldwide public with a wealth of new information. The exhibition is based on many insights that the new and extensive research into the letters has produced.

Não recondução do director do Museu de Arte Antiga

Ministério da Cultura

Esclarecimento sobre a não recondução do director do Museu Nacional de Arte Antiga

A nomeação do Dr. Paulo Henriques para a direcção do Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA) ocorreu em Setembro de 2007, para um prazo de três anos, que se completaria em Setembro de 2010.

O cargo de director do MNAA está equiparado ao lugar de Subdirector geral, pelo que, de acordo com a legislação vigente, os cargos de directores gerais e de subdirectores gerais cessam automaticamente com a tomada de posse de um novo Governo, colocando-se então dois cenários possíveis: a recondução ou a não recondução no cargo.

No caso do Dr. Paulo Henriques, director do MNAA, estamos perante um caso de não recondução, no âmbito de uma nova orientação estratégica dos organismos do Ministério da Cultura, em consonância com o Programa do XVIII Governo Constitucional, em que se inclui o Plano Estratégico para os Museus do Séc. XXI.

Fonte: Portal do Governo

Semana Oriente / Ocidente. Miscigenações

Entre 5 e 12 de Fevereiro de 2010 o Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes, Secção de Ciências da Arte e do Património – Francisco de Holanda da Faculdade de Belas-Artes organiza, em colaboração com a comissão Organizadora do KSI – Karate World Championship 2010, o projecto Semana Oriente/ Ocidente – Miscigenações.

O programa, diversificado e abrangente, disponibiliza um vasto leque de opções ao nível da expressão dramática, tanto para adultos como para crianças, dança erudita, música popular de diversas regiões da Ásia, visitas guiadas a alguns museus com colecções de arte asiática, workshops:

 

Workshop Bonsai –  6 de Fevereiro

(Associação Lusitana de Bonsai)

Local: Sala Beijing, Museu do Oriente

Horário: 14:00 às 18:00 (4 horas)

Vagas: Limite mínimo de 7 e máximo de 15 pessoas.

Preço: 50 € (oferta do Bonsai)

Inscrições: Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa Gabinete de Relações Públicas. Tel: 213 252 108. Fax: 213 252 116 Email: gab.rp@fba.ul.pt

 

Workshop Pintura sumi-e – 8, 9 e 10 de Fevereiro

(Mestre Gen Ebato)

Local: Sala de Gravura, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa

Horário: 10:00 às 13:00 (Total de 9 horas)

Vagas: Limite mínimo de 7 e máximo de 10 pessoas.

Preço: 70 € (Materiais fornecidos pela FBAUL)

Inscrições: Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa Gabinete de Relações Públicas. Tel: 213 252 108. Fax: 213 252 116 Email: gab.rp@fba.ul.pt

 

Workshop Gravura tradicional japonesa Ukiyo-e – 10, 11 e 12 de Fevereiro

(Manuela Pimentel)

Local: Sala de Gravura, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa

Horário: 15:00 às 19:00 (Total de 12 horas)

Vagas: Limite mínimo de 7 e máximo de 10 pessoas.

Preço: 100 € (Materiais fornecidos pela FBAUL)

Inscrições: Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa Gabinete de Relações Públicas. Tel: 213 252 108. Fax: 213 252 116 Email: gab.rp@fba.ul.pt

Junto em anexo informação e ficha de inscrição.

 

 

Visitas Guiadas a Museus

 

6 de Fevereiro às 11:00 – Museu do Oriente

A presença portuguesa na Ásia, por Fernando António Baptista Pereira

 

8 de Fevereiro às 11:00 - Museu da Fundação Medeiros e Almeida

António Medeiros de Almeida e o gosto pela Ásia, por Teresa Vilaça

 

9 de Fevereiro às 11:00 - Museu Calouste Gulbenkian

Oriente / Ocidente: Encontro de Culturas, por Maria do Rosário Azevedo

 

10 de Fevereiro às 11:00 - Centro Científico e Cultural de Macau

A Condição Histórico-Cultural de Macau nos séculos XVI e XVII e Colecção de Arte Chinesa, por Ana Cristina Alves

 

11 de Fevereiro às 11:00 - Casa-Museu Anastácio Gonçalves

Símbolos e significados da porcelana chinesa da Casa-Museu Anastácio Gonçalves, por José Alberto Ribeiro

 

12 de Fevereiro às 11:00 - Museu Nacional de Arte Antiga

À sombra da Nau: a presença portuguesa no Japão, por Conceição Borges de Sousa

 

Vagas: Limite mínimo de 7 e máximo de 20 pessoas.

Entrada livre mediante inscrição prévia. Local de encontro junto à bilheteira.

Inscrições: Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa Gabinete de Relações Públicas. Tel: 213 252 108. Fax: 213 252 116 Email: gab.rp@fba.ul.pt

Ainda no âmbito das artes plásticas é organizado um concurso de artes plásticas, aberto a todos os alunos de escolas com cursos superiores em belas-artes. Os trabalhos a concurso deverão ser entregues na Faculdade de Belas-Artes entre 25 e 27 de Janeiro. O prémio será uma viagem de 15 dias a Macau. Junto em anexo o regulamento e ficha de inscrição.

Para um público académico organiza-se um ciclo de conferências que procura abordar os contactos culturais e artísticos entre o Oriente e o Ocidente, incidindo particularmente sobre a sociedade, história e arte. Por fim, em colaboração com a Cinemateca Portuguesa foi criado um ciclo de cinema asiático e da sua relação com o Ocidente.

Junto em anexo o programa.

Mais informações em http://www.fba.ul.pt

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